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Comunidade dos Amantes da Literatura

Eu não te busco não
Tenho receio
de não encontrar amor de tua parte
receio que não des ouvido ao meu enleio
e sorrias de mim por ir buscar-te

Ecuta, eu que não odio
sento um grande medo de repudiar-te
pois se ao buscar-te fugires
creio que deixarei de amar-te para odiar-te

Contudo prefiro, como disse ainda a pouco
ocultar o meu amor sofrendo tudo
pois não há nada que mais torture a gente
do que ao buscar o homem a quem adora
encontrá-lo frio, indiferente.

Porém o que sou só devo a ti
Es a razão de ser da minha vida
Por ti em minhas rudes caminhadas
urges pungentes sobre os pés galguei
No peito lançaram-me pedradas,
humilhações e afrants suportei

Adoro-te porque és inagingível
Em ti não há sombra de maldade
Viver porém sem ti
É-me impossível
Idolo, estro grandeza divindade

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Margarida Studart Comentário de Margarida Studart em 24 janeiro 2010 às 10:27
Escrevi esse poema ouvindo num disco, portanto, como náo sou poeta, sei que a divisão não está perfeita. Levem em conta apenas o que uma mulher apaixonada escreveu

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